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March 26 Novo endereçoPassei, provisoriamente, para esta morada: anabananasplit.wordpress.com. Hope to see you soon! ;-) March 10 AVISO: ESTE BLOG ESTÁ OFICIALMENTE ENCERRADO!Estou farta do Spaces. Ainda não tive tempo para aprender e criar sites
próprios nem dinheiro para investir num alojamento. Assim, fui para a next best thing, o Wordpress. Adios amigos! ;o) March 09 As cidades e as mulheresOntem fui a mais um workshop do Ciclo Crescimento Económico e
Desenvolvimento Sustentável: Território, Ambiente e Recursos Naturais,
na Universidade Atlântica. O tema foi "Gestão estratégica das cidades e
regiões". Devo dizer que achei um bocado secante, e que não era bem
aquilo que eu esperava. Tal como no primeiro workshop, aquilo era para
pessoas "do meio". Poderiam perguntar "mas então por que raio insistes
em ir a todos?". Bom, porque é a única maneira de, não pertencendo nem
trabalhando "no meio", ter acesso a alguns "glimpses" de como as coisas
se fazem, de quais os problemas com que as pessoas se deparam, etc.
Realmente talvez pudesse usar o tempo para algo mais interessante, mas
penso que ganho porque fico com uma visão mais abrangente das coisas.
Se só me interessasse por aquilo que à partida já sei que gosto e só
tentasse aumentar o meu conhecimento e/ou capacidades em coisas
pré-definidas, não cresceria. Iria especializar-me e perder a visão de
conjunto. O que eu concluo destes "encontros" é que as pessoas "no poder" sabem das coisas, sabem o que se faz lá fora, já meditaram sobre as questões dos transportes, da sustentabilidade, o diabo-a-quatro. Falam bem, realmente. Mas depois o que se vê (como um arquitecto na assitência perguntou/falou) é que temos as legislações, os regulamentos, os mecanismos todos certinhos, bonitinhos, mas o ordenamento do território e o urbanismo estão cada vez piores!... O presidente da CCDRLVT mencionou as "mentalidades". Reconheço razão, mas não percebo porque em outras áreas temos que fazer o que o Estado diz e mais nada (independentemente da nossa "mentalidade") e nesta, estranhamente, o Estado não exerce a sua autoridade... No meio dos risos gerais, nem o Fonseca Ferreira (da CCDR) nem o Bruno Soares (arquitecto) responderam (e explicitaram-no mesmo), dizendo só umas opiniões. Enfim... Talvez não tenha nada a ver... Ou talvez tenha tudo a ver, mas uma coisa that just "hit me" já na altura do Debate, foi o seguinte: Era uma mesa com dois palestrantes (um engenheiro, co-fundador da Univ. Atl., e um arquitecto) e um representante da Organização (sociólogo, também co-fundador da Univ. Atl.). Eram os 3 homens, com mais de 55-60 anos, cabelo grisalho, óculos e fato. Só me lembro de haver 4 ou 5 intervenções do público e só uma foi de uma mulher, e era da Organização. Neste dia internacional da mulher, é relevante perguntar: onde, nos cargos decisórios e de gestão das cidades (e do país, for that matter), estão as mulheres? Onde estão os elementos da sociedade que, maioritariamente, têm a seu cargo a gestão das casas, dos orçamentos domésticos, dos conflitos familiares? Onde estão aquelas que desde crianças são obrigadas a saber gerir? Gestão de pessoas, de pressões, prioridades, de objectivos,... Como poderá isto funcionar se a nível micro é um grupo a gerir e a nível macro é outro? Como há-de haver harmonia, uma visão global da cidade? Temos que ter mais mulheres a decidir na macro-comunidade e temos que ter mais homens a participar na micro-comunidade. As mulheres não têm tempo para perder com conversas elegantes e projectos bons no papel. As mulheres têm que ter as coisas feitas. Sabem que terceiros dependem delas. Têm que estudar e decidir as coisas e ainda ir pra casa fazer o jantar, tratar dos filhos e da casa. Têm que ser objectivas, pragmáticas, saber prioritizar e delegar. Sei que sou uma afortunada por ter nascido mulher no meu tempo (e não na Idade Média or something) e neste espaço (e não no Médio Oriente, por exemplo), mas ainda há muito caminho a percorrer até que, por exemplo, uma jornalista terminar uma entrevista a mulheres na Marinha/Exército perguntando-lhes "e sente-se bonita, de farda?" [na TVI, ontem...] seja tão estapafúrdio como seria, actualmente, perguntar tal coisa a um oficial do sexo masculino... Isto para dar um exemplo "light"... Nota paralela: detesto gente de fato. Impõem uma distância face aos outros, procuram inspirar uma sensação subordinação nos interlocutores, intimidam. Gosto de pessoas como o Professor Lampreia, que aparece numa palestra de botas, calças de ganga e uma t-shirt. E a postura corporal condiz com a descontracção do vestuário. Convida muito mais à interacção, à conversa, do que os outros palermas que vão com aquela atitude “pipi”. I hate suits! March 03 Mais encomendas!Esta última semana tem sido uma excitação! lol Postais e encomendas a
chegar-me a casa "a toda a hora"! :oP Hoje recebi o kit do Projecto Genographic que tinha pensado adquirir!
:o) Ficou em 106 €. É uma "loucura" para o meu orçamento, mas temos que
equilibrar as coisas ou a vida deixa de ter piada. ;oP No fim-de-semana
logo vejo e leio aquilo com atenção, nomeadamente as autorizações para
o uso do DNA. Não quero que me venha um americano qualquer patentear um
gene meu! lol Sim, porque eles acham patenteável tudo e mais alguma
coisa. Ontem recebi também o meu 2º postal pelo Postcrossing, mas não gostei muito, a rapariga limitou-se a dizer que era uma portuguesa a viver em França, a 30 min de Paris. Ena, ena, que interessante! :oP March 02 Adeus Pipoca!A nossa cadelinha Pipoca
morreu hoje ao princípio da noite, atropelada mesmo em frente à nossa
casa, tal como a sua avó. De um ponto de vista "metafísico" talvez a
sua absoluta irrequietude (parecia que tinha pilhas, andava a 100 à
hora) fosse uma maneira de viver mais intensamente, mais depressa, como
que sabendo que teria pouco tempo... Vai deixar muitas saudades. :o( Algo está mal na nossa sociedadeNão compreendo como é que podemos precisar de autorização para nos
"manifestarmos" na rua. Pior, não percebo como essa autorização pode
não ser dada e sermos maltratados pela polícia, e detidos, se não
respeitarmos a proibição. E como se define "manifestação"?
Comportamento, n.º de pessoas, sítio ou mensagem? Desde que não
houvesse violência nem danos de qualquer espécie (nem incitações ao
ódio, p.e.), eu devia poder manifestar-me onde, quando e como quisesse.
Mas não é assim. And it's plain wrong! Outro assunto, mas algo relacionado (no que diz respeito à acção das autoridades) é esta notícia que encontrei no Indymedia (sublinhados/cheios são meus): «Em Maio de 2003, um grupo de afinidade bloqueou a Ponte de Aubonne com o intuito de impedir que uma delegação do G8 chegasse à Cimeira de Evian. A policia cortou a corda onde se suspendiam dois activistas e quase provocou a sua morte. Agora o policia que cortou a corda e o seu superior foram a tribunal. De 13 a 15 de Fevereiro três juizes presidiram ao julgamento. Mais de 25 testemunhas juntamente com os chefes da policia e activistas foram ouvidos no tribunal de Nyon. Os policias foram acusados por danos corporais graves e negligência. Martin Shaw caiu de uma altura de cerca de 25 metros fracturando a bacia, a omoplata e um pé. Não obstante as numerosas intervenções cirúrgicas a que foi submetido nunca conseguirá uma recuperação completa. A acusação inclui também os danos corporais causados ao segundo activista envolvido na queda, Gesine Wenzel que sofreu de distúrbio de stress pós traumático grave durante mais de um ano. Contrariamente às expectativas das vítimas da violência policial, o tribunal declarou os réus inocentes, perpetuando assim uma política de impunidade em relação às autoridades policiais. O argumento invocado para justificar tal decisão foi a de que a corda não teria sido cortada se os activistas não se encontrassem pendurados na ponte. Imediatamente após a leitura da sentença, um pequeno grupo de manifestantes, no qual se incluíam as vítimas, concentrou-se à porta do tribunal. Numa das faixas, podia-se ler, "Polícia em toda a parte, Justiça em lado nenhum".» The city of Ave MariaJá isto é mesmo verdade: «Halfway to Heaven: A Catholic millionaire's dream town draws fire.By Susannah Meadows Newsweek Feb.
27, 2006 issue - The 5,000-acre tomato field in southwestern Florida
sure doesn't look like heaven. Bulldozers scrape the land flat while
clusters of Porta Pottis signal an undeniable earthiness. But soon a
massive cathedral will rise from this barren spot. Reaching 100 feet in
the air behind a 65-foot crucifix, the Oratory will anchor Ave Maria, a
whole new town and Roman Catholic university 30 miles east of Naples.
Ground was officially broken last week, and the plan is to build 11,000
homes—likely drawing families who already hold the church at the center
of their lives. For Tom Monaghan, the devout Catholic who founded Domino's Pizza and is now bankrolling most of the initial $400 million cost of the project, Ave Maria is the culmination of a lifetime devoted to spreading his own strict interpretation of Catholicism. Though he says nonbelievers are welcome, Monaghan clearly wants the community to embody his conservative values. He controls all the commercial real estate in town (along with his developing partner, Barron Collier Cos.) and is asking pharmacies not to carry contraceptives. If forced to choose between two otherwise comparable drugstores, Barron Collier would favor the one that honored that request, says its president and CEO, Paul Marinelli. Discussing his life as a millionaire Catholic who puts his money where his faith is, Monaghan says: "I believe all of history is just one big battle between good and evil. I don't want to be on the sidelines." The ACLU of Florida is worried about how he's playing the game. "It is completely naive to think this first attempt [to restrict access to contraception] will be their last," says executive director Howard Simon. Armed with a 1946 Supreme Court opinion that "ownership [of a town] does not always mean absolute dominion," Simon will be watching Ave Maria for any signs of Monaghan's request's becoming a demand. Planned Parenthood is similarly alarmed. So far, Naples Community Hospital, which plans to open a clinic in Ave Maria Town, says it will not prescribe any birth control to students. Will others be able to get the pill? "For the general public, the answer is probably yes, but not definitely yes," says hospital point man Edgardo Tenreiro. The Florida attorney general's office says the issue of limiting access will likely have to be worked out in court. Barron Collier and Monaghan say they're following Florida law. Raised
by nuns in orphanages, Monaghan, 68, has tried to franchise his
religious views in the past, creating elementary schools, a small
college, Catholic radio stations and, in 2000, a Catholic law school.
While many of his initiatives have foundered, the law school, with 88
percent of its most recent class passing the Michigan bar, is off to a
strong start. Early signs suggest the new Ave Maria complex, his final
and most ambitious project, might also work out. The developers are
close to leasing 60 percent of the commercial space (no pharmacists
yet), says project manager Blake Gable, and they have received some
7,000 inquiries from people interested in buying homes, which will go
for less than the half-million median price in nearby Naples. In an
area of strip malls and bad traffic, Ave Maria's communal design—with
shops within walking distance to the homes—has civic appeal. "The
general buzz is that the university and town are going to be a spark
plug for massive development in that area," says Michael Reagen,
president of the Naples Chamber of Commerce. Even the pope is
interested. When Ave Maria Provost Father Joseph Fessio saw Benedict
XVI, the first thing out of the new pontiff's mouth, according to
Fessio, was, "How's Ave Maria?" He's not the only one awaiting the
answer.» Os sublinhados e cheios são meus. O que eu
espero é que as pessoas sejam atraídas para lá pela qualidade de vida
(uma cidade pensada de raiz) e acabem por fazer um override à matriz religiosa. Otherwise, haverá uma cidade inteirinha de "right-wing fundamentalistic christians" de que eu quero manter grande distância. Se estiverem interessados aqui fica o site: Ave Maria. ;oP Felizmente é a gozar...Encontrei este site pelo Stumble Upon. Afinal, não é 'verdadeiro', "graças a Deus", mas... it could be! Landover Baptist Church - Guaranteeing salvation since 1612. Livros pelo correioHoje de manhã o carteiro deixou-me em casa uma encomenda da Amazon.
Finalmente chegaram os meus livrinhos! :oD Pedi ao Bruno na semana
passada para mos comprar pela net (visto eu não o poder fazer porque o
meu MBnet não funciona e ainda não tentei resolver isso a sério), ele
aproveitou e comprou também um (para aproveitar os portes de envio). Já
pude riscar da minha whish list: Head First HTML with CSS & XHTML (Head First) (Paperback) by Eric Freeman, Elisabeth Freeman e também Allen and Mike's Really Cool Backpackin' Book: Traveling & camping skills for a wilderness environment (Paperback) by Allen O'Bannon, Mike Clelland (Illustrator). O segundo livro encontrei-o nas minhas deambulações pela web. O primeiro encontrei na Escolar Editora da FCUL. Folheei-o e achei-o muito apelativo para uma non-IT beginner. Só não gostei do preço, cerca de 52 €, se bem me lembro. Espreitei na Amazon e fiquei surpreendida ao ver que era muito mais barato! Mesmo com os portes de envio os 2 livros ficaram-me por cerca de 45 €. Não sei como é que pode ser mais barato mandá-lo vir expressamente para minha casa desde o Reino Unido do que ir buscá-lo à livraria "da esquina". Maybe economics explains it... E assim estou pronta para começar (muito lentamente, que as férias já acabaram!) a aprender HTML. :oD March 01 O meu primeiro postal recebido!Recebi esta 2ª-feira o meu primeiro postal através do projecto Postcrossing.
Antes tinha enviado 2, um para a Finlândia e outro para a Alemanha.
Agora recebi um dos EUA. Foi uma sensação muito fixe! :o) Tipo, alguém
do outro lado do oceano took the time to pick and buy a card for me, think about something nice to say, write it down and mail it to me! Aquele
postal esteve nas mãos de um americano. De repente senti o mundo mais
pequenino. Senti-me mais próxima de outras pessoas longe de mim. É
muito giro! Já requisitei mais um endereço mas ainda não encontrei um
postal que me agradasse. Só encontro cartões por todo o lado, daqueles
de aniversário and stuff, mas postais já rareiam, onde se encontram
mais é nos locais turísticos, mas são um bocado cliché... February 28 "Become Republican"I've just Stumbled upon this site: "Become Republican" and i found it hilarious! ;o) Coisas para vista 2Ontem esteve um belíssimo dia de sol e nós fizémos questão de o
aproveitar. Pegámos nas bicicletas e íamos para um jardinzinho em Santo
Amaro que abriu recentemente. A ideia era irmos para lá com a nossa
manta de campismo, deitávamo-nos no chão e aproveitávamos para ler umas
coisas e conversar enquanto apanhávamos sol. Estranhamente, quando lá
chegámos encontrámos o portão trancado... Resolvemos então seguir para o Passeio Marítimo de Oeiras. Estávamos um pouco renitentes porque eu tinha lido algures que agora já não se podia andar lá de jinga (pelo menos aos fins-de-semana e feriados) por razões de segurança (peões, adultos e crianças em patins, trotinetes, trikes e bicicletas de todos os tamanhos, aquilo é um bocado caótico, realmente). No entanto, chegámos lá e nem sequer vimos nenhum sinal, por isso não pensámos mais nisso (até porque o que não faltava por lá era gente em bicicleta...). Entretanto resolvemos ir para o areal, apanhar um pouco de sol. É impressionante a quantidade de gente que leva os cães para a praia. Devem pensar que aquilo é a casa-de-banho privativa deles. Depois vão para lá as crianças brincar... Very nice! Mais à frente passámos pelo novo Porto de Recreio de Oeiras. Ainda tem as lojas todas fechadas, mas deu pra ver já muitos barcos ancorados. Tem sítio para estacionamento reservado a "portadores de cartão" não sei do quê na rua que vai dar às lojas e depois tem um parque pago "normal" cá mais ao pé da Marginal. Não tem sítio nenhum para estacionar bicicletas, mesmo embora a cena de empréstimo de jingas da Câmara estar mesmo ali ao lado. Eles assumem que quem leva a jinga é porque vai estar sempre a andar nela, não lhes ocorre que a possam usar como meio de transporte para ir tomar um copo... Tristes... Bom, anyway, depois fomos para o C.C. Palmeiras entregar um DVD que alugámos no domingo. Pelo caminho passámos por sítios onde ainda não tinha passado, entre Oeiras e Carcavelos. Houve um local, onde vimos montes de gente a andar de bicicleta com putos, e mais pessoal a jogar qualquer coisa na relva. Era uma estrada de uma urbanização ainda por construir, que tem um óptimo relvado no meio (não sei se vai lá permanecer ou se é só enquanto não se constrói). Era numa zona cheia de casas "ricas", ao pé da linha do comboio. Se um terreno (sem a casa) ali no Bairro Auto-Construção custa 150 mil € nem quero pensar quanto custarão aqueles terrenos ali... :o/ Não percebo como podem as pessoas conseguir uma casa decente perto do sítio onde cresceram, assim, com esta loucura... Ah, e descobrimos um pavilhão desportivo, o do Alto dos Lombos. Tinha um campo relvado para jogar vólei cá fora, uma esplanada e uma pista de jingas. Também tinha um estacionamento para as mesmas. Não percebemos é o que se podia fazer naquele pavilhão pois não havia info à porta... Havemos de lá voltar. :o) Bom, voltámos para casa já de noite (e nós ainda não temos iluminação nas bicicletas!). Quando passámos ali pela escola Conde de Oeiras vimos que tinham um estacionamento para bicicletas à frente, um pouco ao lado da entrada. No entanto, não era funcional, a roda da da bicicleta mal cabia no suporte, e não dava para prendê-la decentemente. É um bocado triste isto... Enfim, e hoje parece estar outro belo dia. Mas tenho trabalho pra fazer, inadiável. Amanhã regresso ao estágio e vêm aí tempos maus pra mim... :o( Usei estes dias de férias para recarregar baterias e fazer coisas que me dão prazer, para me lembrar delas quando estiver em baixo. A ver se não me esqueço de que a vida tem coisas boas, no meio da tempestade. ;o) February 27 Coisas para vistaOntem fomos ao CCB ver a exposição do Laboratório de Imagens (aquele
concurso de fotografia científica da Associação Viver a Ciência).
Quando chegámos à entrada do edifício reparámos que havia um "parque de
estacionamento para bicicletas". Tinha 2 motos à frente e nenhuma
bicicleta. Quando voltámos, à saída, vimos que estava lá uma bicicleta,
sim, mas presa ao sinal de trânsito. Como se pode ver nas fotos abaixo,
o equipamento que disponibilizaram não é nada funcional... E assim
temos "coisas pra inglês ver", mas que não servem pra nada... :o( February 23 Salva-paredesGostei desta ideia, uma cadeira-rolo-de-papel para os putos
escrevinharem à vontade (poupando as paredes, os móveis, etc,
esperamos!). Ver aqui. February 22 O paradigma portuguêsAcabei de ver no Fórum do David a seguinte notícia (disponível aqui): 22-02-2006 Trânsito: Deputado Ricardo Almeida com 18 multas "perdoadas" - Jornal de Notícias De acordo com o jornal, o deputado Ricardo Almeida, de 31 anos, foi interceptado na auto-estrada, na zona de Coimbra, a circular a mais de 200 quilómetros por hora. O auto está no Governo Civil de Coimbra, ao qual Ricardo Almeida fez um pedido especial no sentido de lhe ser perdoada a apreensão da carta de condução. O JN refere que o problema é o historial de infracções "graves" e "muito graves" do político, que já foi autuado quase duas dezenas de vezes. O "deputado voador", como é conhecido nos meandros policiais, já foi, segundo o JN, autuado pela Brigada de Trânsito de Aveiro, Guarda, Leiria e Lisboa, pela PSP e GNR. Do seu "curriculum" de automobilista constam transgressões cometidas ao volante de pelo menos quatro carros distintos mas nenhum deles registado em nome de Ricardo Almeida. Quase todos os autos relativos a estas infracções ou foram arquivados ou estão em vias disso, escreve o JN. Há pelo menos quatro multas que foram arquivadas por prescrição na entidade autuante, o que significa que quem levantou o auto reteve-o durante pelo menos um ano em seu poder, sem o enviar à Direcção-Geral de Viação (DGV). Segundo o JN, só por excesso de velocidade, o deputado tem pelo menos seis multas (quase todas graves ou muito graves). Em declarações ao JN, Ricardo Almeida afirmou-se surpreendido com o "histórico" de infracções e disse não se lembrar de ter sido autuado tantas vezes. "Reconheço que às vezes ultrapasso os limites de velocidade, mas isso é porque sou um deputado que cumpre horários. Não sou como outros que não chegam a horas às reuniões", justificou o político. O governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, garantiu ao JN
que não perdoará multas a ninguém, "independentemente do seu estatuto". Se isto fosse um país como deve ser este gajo seria imediatamente exonerado do seu cargo público, sem direito a nenhuma indemnização nem nenhuma das regalias típicas dos governantes... "É porque sou um deputado que cumpre os horários e chego a horas às reuniões"! lol Mas é um atrasado à mesma! É como aquela história do juiz do Tribunal Constitucional, que "tinha uma reunião importante em Lisboa"... Mas como é que temos gente assim a tratar dos nossos interesses?... *sigh* Um àparte: levei 20 min para chegar ao ITQB (é quase sempre a descer), e 35 min para regressar (vim a passear pelo meio da Estação Agronómica). Nada mau! 1 h de exercício físico, 1 passeio, 0 de poluição atmosférica e praticamente 0 de sonora. E 0 € de custos! Eheheh! ;o) |
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